Moonson’s Vow | Jamel Armand
Moonson’s Vow | Jamel Armand
Title: Moonson’s Vow
Size: 160×130 cm
Technique: mixed media/linen on aluminium frame
Production: 2025
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copyright Jamel Armand
“When Rain Kisses Dust” Exhibition
detail Spirited by Jamel Armand
About: Jamel Armand
Jamel Armand
Jamel Armand (b. 1978, The Hague, NL) is a Dutch artist of Indonesian descent whose multidisciplinary practice bridges ancestral memory, emotional healing, and intuitive creation. His new exhibition, "When Rain Kisses Dust", marks a deeply personal evolution—one that reflects on the act of releasing inherited patterns and embracing transformation as a path toward clarity and renewal.
Graduated in Animation and Photography, Jamel spent over a decade working in the fashion world and directing music videos for bands—an experience that sharpened his visual sensibility and deepened his interest in rhythm, symbolism, and storytelling. These influences now surface in his paintings, where bold palettes, layered forms, and recurring icons come together in compositions that feel both instinctive and intentional.
His work explores the complex terrain of identity, memory, and emotional inheritance. As a Dutch-Indonesian artist, Jamel carries within him the echoes of a colonial past—an inheritance of cultural richness intertwined with historical trauma. His paintings speak to this duality, infused with nostalgia yet always forward-looking. Rather than merely referencing tribal aesthetics, he reclaims and reimagines his heritage, blending ancestral influences with a contemporary visual language.
"When Rain Kisses Dust" is also a story of personal transformation, deeply shaped by the moment Jamel became a father. Like rain softening hardened earth, this life shift pushed him to confront internal silences and generational patterns. His work now serves not just as self-expression, but as a means of purification—a cleansing of the mind, body, and spirit.
Armand’s practice becomes a metaphor for awakening: a space where longing, healing, and self-discovery converge. His art invites viewers to evolve alongside him—to release the weight of the past and recognize that, like rain meeting dust, something new can always emerge.
Jamel Armand (Den Haag, NL, 1978) é um artista multidisciplinar, cujo percurso criativo foi moldado por diversas influências e experiências. Armand graduou-se, em 2004, na Cartoon Academy de Amsterdão, e frequentou, depois, a escola de fotografia de Roterdão. Esta educação formal contribuiu para a sua visão artística única.
(PT)
Jamel Armand
Jamel Armand (n. 1978, The Hague, NL) é um artista holandês de ascendência indonésia cuja prática multidisciplinar atravessa memórias ancestrais, cura emocional e criação intuitiva. Sua nova exposição, "When Rain Kisses Dust", marca uma virada pessoal e artística—um convite para liberar padrões herdados e abraçar a transformação como caminho para mais clareza e renovação interior.
Formado em Animação e Fotografia, Jamel atuou por mais de uma década entre o universo da moda e a direção de videoclipes para bandas—experiência que aguçou sua sensibilidade visual e aprofundou seu interesse por ritmo, simbolismo e narrativa. Esses elementos emergem agora em suas pinturas, onde paletas ousadas, formas sobrepostas e ícones recorrentes se articulam em composições tão instintivas quanto intencionais.
Sua obra investiga a complexidade da identidade, da memória e da herança emocional. Como artista de raízes indonésias, carrega consigo os ecos de um passado colonial—um legado de riqueza cultural entrelaçado a traumas históricos. Suas pinturas expressam essa dualidade, impregnadas de nostalgia, mas sempre com o olhar voltado para o futuro. Longe de apenas referenciar estéticas tribais, ele resgata e reinventa sua herança, fundindo influências ancestrais com uma linguagem visual contemporânea.
"When Rain Kisses Dust" também é a história de uma transformação pessoal, intensificada pelo momento em que Jamel se tornou pai. Como a chuva que suaviza a terra endurecida, essa experiência o impulsionou a confrontar silêncios internos e padrões geracionais. Sua obra passou a ser não apenas expressão, mas também um gesto de purificação—uma limpeza da mente, do corpo e do espírito.
Sua prática se torna, assim, uma metáfora para o despertar: um espaço onde o anseio, a cura e a autodescoberta se encontram. Sua arte nos convida a evoluir com ele—a liberar o peso do passado e reconhecer que, como a chuva que beija a poeira, algo novo sempre pode emergir.
Jamel Armand